Pois é. Vai começar mais um ano lectivo e o terceiro consecutivo em Ovar.
Para mim, que ainda estou a contrato (há já 10 anos!!! Oh boy!!!), não deixa de ser interessante chegar a uma escola que já conheço, encontrar todas as caras que já me são familiares e dar continuidade às turmas que já me conhecem
Bom ano lectivo a todos os que já se encontram colocados e boa sorte a todos aqueles que ainda esperam colocação
sala de aula e trabalho realizado nesta escola em 2007
Ontem fui à Marcha da Indignação em Lisboa. Estava à espera de muita gente mas assim… C’um caneco!!!!
Foi incrível. Finalmente a minha classe profissional foi capaz de se unir em peso para reclamar aquilo que se diz à boca pequena nas salas de professores. É que era uma mar de gente a perder de vista. Não há imagem ou filme que mostre ou faça sentir a dimensão daquilo. Ainda bem que decidi “perder” metade do meu tão necessário fim-de-semana para participar na maior manifestação de sempre
Outra das grandes novidades de 2008. Vou ser tia outra vez em Agosto
A par disto, o outro pequenito já gatinha… frustadíssimo por ainda não conseguir andar LOL… e está quase a fazer um ano. Quando der por ela, já está a fazer 18 e já não me cabe no colo LOL
Portanto… lá para Agosto serei uma bi-tia babadíssima
Em Outubro do ano passado comecei o meu Mestrado em Multimédia em Educação na Universidade de Aveiro. Desde então têm sido uns cinco, quase seis, meses super intensivos… uma verdadeira loucura
Tem sido também por causa disso que a actualização deste blog está tãooooooooo atrasada. Não tem sobrado tempo para mais nada a não ser as minhas aulas e o meu mestrado.
Devo dizer-vos que este mestrado tem sido muito interessante e aliciante. A par disso tive a extrema sorte de ter feito alguns amigos excelentes Aprender, e disso tenho feito muiiiiiiiiito, não é tudo
Fica aqui então um abraço especial aos Marecas: a Ana, o Zé, o Eduardo (um beijinho especial para ele neste momento difícil), o Ricardo e a Alice
Fica aqui também um vídeo que fiz com um apanhado dos 3 primeiros meses de trabalho e que serviu de desculpa para lhes desejar um feliz ano novo.
Se quiserem espreitar o que a comunidade MMEd tem andado a fazer é só espreitar os links que estão sob o título Mestrado
Para surpresa de muitos (desatentos, com certeza), este nosso povo escolheu como Maior Português de Sempre o nosso ditador de estimação- António de Oliveira Salazar. É assim o povo Português. Infelizmente, parece-me que não há nada a fazer.
Felizmente, há quem esteja atento e tem uma palavra a dizer. Tantas que encha um programa em prime time no domingo à noite. Parabéns Gato Fedorento! Foi um programa genial.
Quando a minha colega Augusta me descreveu o desenho que o seu filho André fez sobre o Ano Novo achei que a ideia era fantástica. Por isso, pedi-lhe que perguntasse ao André se ele me autorizava a publicá-lo no meu blog. E aqui está ele.
O gesto do André é ainda mais extraordinário visto ele não me conhecer de todo e, além do mais, disponibilizou-se a fazer algo que eu sei que ele não gosta muito: pintar. Fez o especial favor de pintar o seu desenho para que tivesse uma melhor leitura ao ser publicado no blog de uma desconhecida colega da sua mãe.
Quando me propuseram, pela primeira vez, ver o filme “E Tudo o Vento Levou” concordei mas com alguma apreensão. Pensei que fosse mais um daqueles filmezinhos românticos típicos da época em que o galã é um tipo perfeito, rígido e mesmo assim altamente sedutor, e a “galoa” desmaia nos seus braços com qualquer beijito.
Fiquei agradavelmente surpreendida porque tanto o galã como a “galoa” são dois bons patifes e a história alterna entre o drama, o romance e a comédia. Tem é que se dar o devido desconto ao trabalho de representação dos actores, eram outros tempos em Hollywood e as exigências dramáticas eram, também, outras. Mesmo assim, não está nada mal.
Depois de saber que o filme tinha sido baseado no livro blockbuster dos anos 30 andei anos à sua procura. Queria saber o porquê. Finalmente, consegui encontrá-lo nas prateleiras de uma livraria. Comprei, li e adorei.
Além da história de Scarlett e Rhett, à qual já tinha achado imensa piada quando vi o filme, é possível ler de forma detalhada sobre a Guerra Civil Americana e as consequências do pós-guerra do ponto de vista dos perdedores, não dos líderes mas dos habitantes. Cheguei a recear que Margaret Mitchell, a autora, demonstrasse simpatia pela escravatura e pela organização aberrante que é a KKK, mas não.
Vale a pena ver o filme e mais ainda ler o livro (que provavelmente só se encontrará dividido em 2 volumes).
Admito desde já que adoro filmes de animação. Felizmente nunca perdi esse gosto de infância. Que bem que me sabe sentar-me num cinema e deixar-me distrair durante uma hora e tal por bonecos divertidos que contam histórias e transmitem sentimentos de forma inocente, mas não menos profunda graças à inteligência com que hoje são escritos os guiões, e apreciar a interpretação vocal de grandes actores (que excelente ideia terem começado a usar as vozes de actores que já vimos em carne e osso).
O último filme de animação que vi, e recomendo, é “Happy Feet”. Não vou fazer uma antevisão da história porque isso encontra-se em qualquer lado. Quero é deixar aqui a minha opinião.
É um filme divertido que aproveita muito bem a música que, ao contrário do que é costume, não serve para contar a história. Serve para dar ênfase às emoções que estão a ser transmitidas e não só… (para saber para que mais serve a música, é melhor ver o filme) O que é certo é que, às tantas, só alguém muito impermeável áquilo que vê e ouve, e que concerteza não terá vontade nenhuma de gastar o dinheiro do preço exorbitante de um bilhete para ver um filme destes, não sente vontade de agitar ou bater o pé ao mesmo ritmo que Mumble (a personagem principal) executa o seu fantástico “sapateado”. E quanto a Robin Williams… bem… mais uma vez, não há descrição possível. É gargalhada garantida.
Para quem aprecia este estilo de cinema, ou mesmo para quem está disposto a experimentar, fica aqui a recomendação. Em versão original, claro.